Na última terça-feira, 17 de outubro, a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) realizou um jantar com o deputado Federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), relator da Reforma Tributária (PEC 31/07) na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.

O jantar ocorreu no restaurante Piantella, em Brasília, e contou com a presença da diretoria da Febrac, dos presidentes e diretores dos sindicatos filiados, do presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) - Jeferson Furlan Nazário, e empresários do setor.

O parlamentar falou sobre impactos sobre o setor de serviços e os principais pontos da reforma tributária. “A proposta trará uma mudança ampla e uma simplificação de todo o sistema de tributos do país. Trata-se de uma reestruturação completa do modelo econômico brasileiro. A ideia é mudar a lógica do que se fez no Brasil nos últimos 40 anos em termos de impostos. São três as principais bases de impostos, os de propriedade, de renda e de consumo. A mudança que estamos trabalhando vai simplificar isso porque elimina a multiplicidade de impostos da mesma base. A base do consumo, que tem nove tributos hoje, será reduzida a dois: o IVA, que deve se chamar IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o imposto seletivo, que será sobre alguns produtos específicos que ainda estamos entendendo quais serão. Assim, eliminamos ISS, que é municipal, o ICMS, que é estadual, e os federais IPI, PIS, COFINS, Cide, salário-educação, Pasep e IOF”, explicou.

O deputado Luiz Carlos Hauly ressaltou a importância do que ele chama de “reengenharia tributária” para o País. “O caos tributário brasileiro, que é um Frankenstein de impostos, destruiu a competitividade das empresas. O produto industrial brasileiro não tem condições de competir com nenhum produto internacional. Isso mata a capacidade das empresas de gerar empregos, diminui o salário do setor industrial e por consequência dos serviços e do comércio. Temos de ter um sistema tributário limpo, que não afete a concorrência e formação de preço dos produtos e serviços. Senão, não conseguiremos desenvolver a economia.”, ressaltou.


Fonte: Assessoria de Comunicação Febrac

 

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