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A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), promove, de 11 a 15 de maio, em Porto de Galinhas-PE, o lançamento do Encontro Nacional das Empresas de Asseio e Conservação (Eneac).

A cerimônia de abertura, que acontecerá no Summerville Resort, contará com a presença da diretoria da Febrac, presidentes dos sindicatos filiados, empresários do segmento e parlamentares.

Personalidades de destaques, como Leandro Hassum, Roberto Shinyashiki, o jornalismo Gerson Camarotti e o economista Marcos Cintra vão fazer parte da programação.

Na parte cultural, o evento vai contar com a presença do cantor Latino, da Banda Cheiro de Amor, Banda Amigos Sertanejos e artistas locais que interpretam personagens da cultura pernambucana. Confira a programação completa em www.eneac.com.br

 

Sobre o ENEAC- O ENEAC é considerado o maior evento de asseio e conservação do Brasil. Durante quatro dias, grandes empresas da área vão apresentar o que há de melhor no mercado de asseio e conservação.

“Representamos um setor extremamente essencial para o país, empregamos mais de 1,8 milhão de trabalhadores e ajudamos a promover o sustento e a cidadania para centenas de famílias. A cada dois anos, o ENEAC torna-se palco de debates técnicos de interesse de todas as atividades ligadas à Febrac e ao setor de serviços terceirizáveis. Realizamos um intercâmbio de informações e aprimoramento profissional para os empresários do nosso segmento”, ressalta Renato Fortuna, presidente da Febrac.

 

Sobre a Febrac - A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), é uma entidade criada para representar os interesses do dos setores de serviços de Asseio e Conservação.

Com sede em Brasília, a Federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE).

 

Assessoria de Imprensa Febrac

Vânia Rios

(61) 98167-5428


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Na manhã desta quarta-feira (267/04), o empresário Edmilson Pereira de Assis foi eleito, por aclamação, presidente da Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac). O vice-presidente nacional será o empresário paulista Fábio Sandrini. A nova diretoria será empossada dia 14 de junho, em Brasília.

Edmilson Assis também é presidente Sindprest/RN e, segundo ele, “a eleição por aclamação só evidencia a forma que a Febrac vem sendo conduzida, com coesão e união, fazendo com que os empresários e os sindicatos do setor estejam mais unidos para defender os difíceis cenários que o segmento está enfrentado, durante e pós-pandemia”.

“A eleição por aclamação só fortalece ainda mais a Febrac. A união do setor faz com que as dificuldades sejam enfrentadas com mais pujança”, ressaltou Edmilson Assis.

 

 Veja a composição da diretoria eleita:

 

Fábio Sandrini Baptista

Vice-Presidente Nacional

Luiz Rodrigues Coelho Filho

Vice-Presidente da Região Norte

Fabiano Barreira da Ponte

Vice-Presidente da Região Nordeste

Antonio José Rabello Ferreira

Vice-Presidente da Região Centro-Oeste

Rui Monteiro Marques

Vice-Presidente da Região Sudeste

Adriana Maia Mello

Vice-Presidente da Região Sul

José Carlos Roberto da Costa

Diretor de Limpeza Urbana

Renato Fortuna Campos

Diretor de Controle de Pragas

Aguinaldo Rodrigues da Silva

Diretor de Trabalho Temporário/Locação de Mão de Obra

Daniel da Silva Amado Felício

Diretor Secretário-Geral 1º

Urubatan Estevam Romero

Diretor Secretário-Geral 2º

Avelino Lombardi

Diretor Financeiro 1º

Lincoln Thiago de Andrade Bezerra

Diretor Financeiro 2º

Wanderson Rocha Araújo

Diretor Social

Auro  Ricardo Pisani Ferreira da Silva

Diretor de Relações Comerciais

Bruno Moreira Ferreira

Diretor Jurídico

Agostinho Rocha Gomes

Conselheiro Fiscal Titular

Marcos Nóbrega

Conselheiro Fiscal Titular

Hailton Couto Costa

Conselheiro Fiscal Titular

Daniela Roberta Duarte da Cunha

Conselheiro Fiscal Suplente

Rodolfo José Fernandes Claros

Conselheiro Fiscal Suplente

Valdinei Santana Amanajás

Conselheiro Fiscal Suplente

Ricardo Costa Garcia

Delegado Representante junto à CNC Titular

Renato Fortuna Campos

Delegado Representante junto à CNC Titular

Francisco Lopes de Aguiar

Delegado Representante junto à CNC Suplente

Nacib Haddad Neto

Delegado Representante junto à CNC Suplente

Edgar Segato Neto

Conselheiro Nacional do SESC Titular

Paulo Gonçalves da Silva

Conselheiro Nacional do SESC Suplente

Rogério Bueno de Queirós

Conselheiro Nacional do SENAC Titular

José William Câmara Ribeiro

Conselheiro Nacional do SENAC Suplente


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O Ministério do Trabalho e Previdência e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram, nesta quarta-feira, o Guia Brasileiro de Ocupações , que apresenta informações atualizadas, características e principais indicadores de 2.609 ocupações existentes no mercado de trabalho brasileiro. Com informações quantitativas e qualitativas, o Guia traz um painel exclusivo sobre habilidades e comportamentos requeridos de trabalhadores e as características de cada ocupação no mercado assalariado formal de trabalho.

O Guia, que utiliza registros administrativos oficiais do Ministério do Trabalho e Previdência, como o RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), poderá auxiliar gestores do setor privado no mapeamento da tendência das ocupações em qualquer um dos 5.570 municípios brasileiros, por meio de informações como perfil do trabalhador(a), remuneração média, mercado de trabalho distribuição geográfica e histórico das vagas, tipo de mão de obra disponível em uma determinada região, assim como disponibilidade de vaga para menor aprendiz para um determinada ocupação.

“O guia oferece a governos, organizações de empregadores e de trabalhadores, assim como à sociedade brasileira, uma ferramenta inovadora de múltiplos conteúdos e usos, que também servirá de referência para outros países.”, avalia Martin Hahn, diretor do Escritório da OIT no Brasil.

O Guia Online, lançado inicialmente em versão para computador, é composto por dois painéis de pesquisa que serão continuamente atualizados e que foram construídos com uma navegação intuitiva e acessível para todos os públicos.

Características das Ocupações  - apresenta as descrições de cada ocupação do Guia, além das atividades que são realizadas, os conhecimentos, atitudes e habilidades tipicamente requiridos de cada ocupação que consta atualmente no Guia. É voltado para a natureza e o conteúdo das ocupações;

As Ocupações e o Mercado de Trabalho Assalariado Formal  - Descreve a realidade dos trabalhadores no exercício de suas ocupações no mercado de trabalho. Apresenta informações como a quantidade de trabalhadores registrados no mercado formal assalariado que desempenham a ocupação, salário médio, perfil sociodemográfico (a exemplo de sexo, idade, cor ou raça) distribuição geográfica, perfil das empresas e organizações contratantes, histórico de vagas, entre outros dados.

 

Com informações do Ministério do Trabalho


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O sistema tributário brasileiro necessita de uma reforma, mas não de uma reforma qualquer. Precisa ser boa para todos, e evitar quaisquer deslocamentos abruptos de carga tributária em desfavor de alguns setores, favorecendo outros.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 110), além de ter sua abrangência limitada à tributação do consumo, ignora temas fundamentais como a desoneração da folha de salários das empresas, um dos mais perversos tributos sobre o trabalho.

De acordo com o Economista e consultor da Febrac, Marcos Cintra, a PEC 110 é ofensiva ao pacto federativo e e agride a competência tributária dos Municípios. “Ela não propicia a desejada simplificação da tributação brasileira, seja pela sistemática implícita no caráter declaratório de tributos sobre valor agregado, por sua imposição em setores como as micro e pequenas empresas com poucas condições de cumprirem com as complexas e custosas exigências acessórias a atividades, seja, ainda, pelo extenso período de testes e de transição que atingem quarenta anos de duração”, explicou o economista.


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